O Mogno é uma árvore que pode alcançar 70m de altura, seu tronco ereto atinge até 3,5m de DAP (diâmetro a altura do peito) e sua HC ( altura comercial) 20-27m. A casca varia de castanho-clara a acinzentada, áspera e provida de escamas planas separadas por fendas profundas. Raízes tabulares são comuns, formando grandes sapopemas, e podem atingir até 5m na base do tronco.
As sementes,possuem uma ala lateral grande e apresentam 7-12cm de comprimento e 2-3cm de largura; a semente, propriamente dita, mede 2cm x 1cm x 0,4cm e está localizada na base da sâmara, protegida por um tecido esponjoso. A plântula apresenta epicótilo glabro,levemente rugoso e de coloração verde-parda.Os eventos reprodutivos são anuais e podem ser observados a partir dos 12-15 anos de idade, no processo para obtenção de sementes, afim de se produzir mudas , os frutos devem ser coletados de uma árvore adulta, que pode produzir anualmente até 600 frutos possuindo de 22 a 71 sementes, com o auxílio de podão, quando apresentarem coloração marrom e antes da deiscência natural sendo transportados em sacos de ráfia para, evitando o excesso de umidade que pode causar a proliferação de microrganismos e fungos.
Os frutos se abrem espontaneamente, devem ser colocados em local arejado, seco e à sombra, sobre uma lona plástica. Após a abertura do ouriço as sementes devem ser extraídas e selecionas manualmente, retira-se a ala para facilitar o armazenamento à cerca de um centímetro da semente.
Para produção de mudas as sementes não necessitam de nenhum tratamento pré- germinativo, as sementes devem ser colocadas preferencialmente em substrato vermiculita e cobertas com uma camada de 1cm do substrato em sacos de polietileno, à meia sombra, em casas de vegetação ou com cobertura de folhas de palmáceas, por cerca de 90 dias a emergência inicia aos 18 dias e termina aos 40 dias após a semeadura, com tempo médio de 22 dias e porcentagem de até 100%.
Indica-se mater as mudas sempre regadas, porém sem encharcá-las para evitar a proliferação de fungos. A melhor época para plantar é quando a muda deixa de soltar folhas, com cerca de 60-75cm de altura, ou aos 7-9 meses após a semeadura.
Antes de plantar, corte todas as folhas da parte de baixo da planta, deixando apenas 4 ou 5 folhas mais altas. Dessa forma, a planta perde menos água quando o sol bate muito forte. Para plantar, cave um buraco e tire o saco de plástico da muda, sem estragar o torrão de terra com as raízes.
Umas da formas mais viáveis para o pequeno produtor é o plantio em clareiras na mata ou clareiras agrícolas para evitar o ataque da broca do mogno, evita-se ainda plantar o mogno na sombra ou perto de estradas.
Planta-se no início da estação chuvosa, assim há menos risco de animais como ratos do mato, cutias e insetos comerem ou estragarem as sementes.
Em plantios maiores utiliza-se o consorcio com eucalipto, o terreno deve ser preparado com discos de 50 cm e adubação química feita com 100 g de NPK, 4-30-16, por cova, com o espaçamento de 6m entre linha e 2m entre indivíduos. Devendo-se fazer combate pré-plantio de cupins e formigas.
Num povoamento consorciado Mogno desacelera seu crescimento a partir do segundo ano, se comparado com um plantio homogêneo, provavelmente causado pela competição com o eucalipto, que possui um crescimento mais rápido.
Porém o índice de mortalidade de indivíduos atacados pela broca do Mogno é consideravelmente menor no plantio consorciado, devendo-se analisar, de forma mais detalhada, o custo benefício da implantação deste tipo de consórcio.
Para plantios em larga escala com intuito comercial indica-se o plantio homogêneo, o espaçamento propício para um povoamento homogêneo de mogno deve ser de 3 m entre linha e 2 m entre indivíduos neste tipo de povoamento há um melhor índice de desenvolvimento da altura e diâmetro do Mogno comparado com o Plantio consorciado ao eucalipto, onde após 40 meses a média de altura dos indivíduos no plantio homogêneo é de 1,17 mb maior do que a média do plantio consorciado.
O número de indivíduos atacados pela broca do mogno no plantio homogêneo é de cerca de 71% do total de plantas vivas. Já no consórcio o ataque se deu em apenas 25,6%.
O Mogno altamente suscetível à larva da mariposa Hypsipyla grandella que ataca o ápice da planta, inviabilizando o crescimento ereto causando a indução de ramos ou morte, se a planta for jovem.
A larva, conhecida popularmente como broca do ponteiro, broca do cedro ou broca do mogno, pode atacar a planta em qualquer estágio, porém causa enorme prejuízo ao silvicultor quando ataca mudas em fase de crescimento, pois a planta atacada é afetada de forma irreversível e cresce sem valor comercial, com fuste tortuoso e bifurcações.
As sementes,possuem uma ala lateral grande e apresentam 7-12cm de comprimento e 2-3cm de largura; a semente, propriamente dita, mede 2cm x 1cm x 0,4cm e está localizada na base da sâmara, protegida por um tecido esponjoso. A plântula apresenta epicótilo glabro,levemente rugoso e de coloração verde-parda.Os eventos reprodutivos são anuais e podem ser observados a partir dos 12-15 anos de idade, no processo para obtenção de sementes, afim de se produzir mudas , os frutos devem ser coletados de uma árvore adulta, que pode produzir anualmente até 600 frutos possuindo de 22 a 71 sementes, com o auxílio de podão, quando apresentarem coloração marrom e antes da deiscência natural sendo transportados em sacos de ráfia para, evitando o excesso de umidade que pode causar a proliferação de microrganismos e fungos.
Os frutos se abrem espontaneamente, devem ser colocados em local arejado, seco e à sombra, sobre uma lona plástica. Após a abertura do ouriço as sementes devem ser extraídas e selecionas manualmente, retira-se a ala para facilitar o armazenamento à cerca de um centímetro da semente.
Para produção de mudas as sementes não necessitam de nenhum tratamento pré- germinativo, as sementes devem ser colocadas preferencialmente em substrato vermiculita e cobertas com uma camada de 1cm do substrato em sacos de polietileno, à meia sombra, em casas de vegetação ou com cobertura de folhas de palmáceas, por cerca de 90 dias a emergência inicia aos 18 dias e termina aos 40 dias após a semeadura, com tempo médio de 22 dias e porcentagem de até 100%.
Indica-se mater as mudas sempre regadas, porém sem encharcá-las para evitar a proliferação de fungos. A melhor época para plantar é quando a muda deixa de soltar folhas, com cerca de 60-75cm de altura, ou aos 7-9 meses após a semeadura.
Antes de plantar, corte todas as folhas da parte de baixo da planta, deixando apenas 4 ou 5 folhas mais altas. Dessa forma, a planta perde menos água quando o sol bate muito forte. Para plantar, cave um buraco e tire o saco de plástico da muda, sem estragar o torrão de terra com as raízes.
Umas da formas mais viáveis para o pequeno produtor é o plantio em clareiras na mata ou clareiras agrícolas para evitar o ataque da broca do mogno, evita-se ainda plantar o mogno na sombra ou perto de estradas.
Planta-se no início da estação chuvosa, assim há menos risco de animais como ratos do mato, cutias e insetos comerem ou estragarem as sementes.
Em plantios maiores utiliza-se o consorcio com eucalipto, o terreno deve ser preparado com discos de 50 cm e adubação química feita com 100 g de NPK, 4-30-16, por cova, com o espaçamento de 6m entre linha e 2m entre indivíduos. Devendo-se fazer combate pré-plantio de cupins e formigas.
Num povoamento consorciado Mogno desacelera seu crescimento a partir do segundo ano, se comparado com um plantio homogêneo, provavelmente causado pela competição com o eucalipto, que possui um crescimento mais rápido.
Porém o índice de mortalidade de indivíduos atacados pela broca do Mogno é consideravelmente menor no plantio consorciado, devendo-se analisar, de forma mais detalhada, o custo benefício da implantação deste tipo de consórcio.
Para plantios em larga escala com intuito comercial indica-se o plantio homogêneo, o espaçamento propício para um povoamento homogêneo de mogno deve ser de 3 m entre linha e 2 m entre indivíduos neste tipo de povoamento há um melhor índice de desenvolvimento da altura e diâmetro do Mogno comparado com o Plantio consorciado ao eucalipto, onde após 40 meses a média de altura dos indivíduos no plantio homogêneo é de 1,17 mb maior do que a média do plantio consorciado.
O número de indivíduos atacados pela broca do mogno no plantio homogêneo é de cerca de 71% do total de plantas vivas. Já no consórcio o ataque se deu em apenas 25,6%.
O Mogno altamente suscetível à larva da mariposa Hypsipyla grandella que ataca o ápice da planta, inviabilizando o crescimento ereto causando a indução de ramos ou morte, se a planta for jovem.
A larva, conhecida popularmente como broca do ponteiro, broca do cedro ou broca do mogno, pode atacar a planta em qualquer estágio, porém causa enorme prejuízo ao silvicultor quando ataca mudas em fase de crescimento, pois a planta atacada é afetada de forma irreversível e cresce sem valor comercial, com fuste tortuoso e bifurcações.
Algumas medidas vêm sendo testadas para reduzir a incidência dessa praga nos plantios, como a seleção de mudas resistentes e o plantio intercalado com outras espécies.
Os métodos silviculturais para minimizar a incidência de pragas, como plantios em vegetação matricial, com baixa densidade, plantios mistos, etc., são aplicados a essa espécie.
A madeira do mogno tem cor bonita, relativamente leve, resistente a traumas mecânicos, boa trabalhabilidade, resistente ao apodrecimento e maresia. Por essas características possui um alto valor comercial, sendo considerada uma madeira de luxo.
A madeira também usado em lambris, compensados e construção civil, decoração de interiores, painéis, réguas de cálculo, objetos de adorno, esquadrias, folhas faqueadas decorativas e laminados, contraplacados especiais, instrumentos científicos de alta precisão, acabamentos internos em construção civil como guarnições, venezianas, rodapés, molduras, assoalhos, indústria de aviação, e para fazer instrumentos musicais, especialmente pianos.
Para aproveitamento comercial pode-se obter também sementes para produção de mudas.
O aumento no controle da comercialização da madeira de mogno levou a uma forte queda em seu volume exportado no período entre 1996 e 2001, anos em que o Brasil exportou mais de 255 mil toneladas de madeira serrada de mogno. Já nos sete anos seguintes (2002 até 2007) esse valor não chegou a 24 mil toneladas, o que, provavelmente, abriu espaço para a entrada de novas espécies no mercado.
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